Para um ator, mais do que para um artista de qualquer outro campo, o trabalho em casa é indispensável.
Enquanto um cantor tem que se preocupar apenas com sua voz, e respiração, o dançarino com o seu aparato físico, o pianistas com suas mãos e o músico que toca instrumentos de sopro apenas com sua respiração e técnica de utilização dos lábios, o ator é (simultaneamente) responsável por seus braços, pernas, olhos, pela plasticidade de todo seu corpo, ritmo, movimentos e por todo o programa das atividades que desenvolvemos aqui em nossa escola. Estes exercícios continuarão sendo feitos durante todo o tempo em que vocês dedicarem suas vidas à arte. Em sua maioria, os atores parecem convencidos de que só precisam trabalhar nos ensaios, e que o tempo que passam em casa pode ser dedicado ao lazer. Na verdade , não é assim. Num ensaio, o ator simplesmente esclarece o trabalho que já deve estar desenvolvendo teambém em casa, onde precisa se exercitar para corrigir as falhas que lhe foram apontadas por seu instrutor.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Cabelos na Grécia Antiga
Cronologia capilar:
300 - 150 D.C.: Cor do cabelo alterada (iluminada) com açafrão (um método ainda usado alguns séculos mais tarde).
Acessórios:
Sakkos: uma rede para cabelos usada por mulheres. O sakkos cobria a cabeça inteiramente como um saco ou sacola, que foi feito de vários materiais, como seda, linho e lã.
Fillet: Um pedaço estreito de tecido que foi usado ao redor da cabeça, para efeito decorativo.
Krobulos: uma maneira de arranjar o cabelo, uma espécie de topete ou crista formada por desenhar todo o cabelo para a coroa e não confiná-la em um nó. Esta foi à moda antiga para os homens no tempo de Xenofonte, mas o cabelo ainda estava tão desgastado pelas crianças.
Kekryphylon: Uma peça usada durante o dia, assim como á noite, ainda hoje se usa, desde os tempos mais antigos até os dias actuais. É mencionado por Homero, e ainda é usado em Espanha e Itália. Estes cabelos, eram frequentemente feitos de ouro, fios, às vezes, de seda ou o linho Elean, e provavelmente de outros materiais, que não são mencionados pelos escritores antigos. As pessoas que faziam estas redes eram chamadas kekrufaloplokoi.
Stephanos, de Stefo (colocar ao redor): tiara, coroa, grinalda, coroa de flores, folhas, flores, a vitória de carvalho, oliveira, coroa de aipo selvagem, ou de metal desgastado em torno da cabeça e usado como um ornamento festivo no jantar, ou recebido como uma recompensa do mérito. Foi uma das instituições de Licurgo que os espartanos deve ir para a batalha usando grinaldas, e o sacerdote que oficiou no altar em sacrifício sempre usava um colar de pérolas. O uso de Stephanos entre os gregos, tanto para ocasiões públicas e privadas, era muito comum.
1500 - 650 A.C.: As mulheres gregas tinham cabelos longos encaracolados.
500 - 300 A.C.: Os cabelos uniram-se num nó no pescoço, o conhecido nó grego.300 - 150 D.C.: Cor do cabelo alterada (iluminada) com açafrão (um método ainda usado alguns séculos mais tarde).
O cabelo da cabeça. Além deste termo geral, existem várias outras palavras, tanto em grego e latim, significando o cabelo, cada qual adquire o seu significado distintivo de algumas propriedades físicas do próprio cabelo ou de alguma peculiaridade no modo de organizar:
(1) Etheira (Ἔθειρα), uma cabeça de cabelo cuidadosamente vestida.
(2) Chaite (Χαίτη), devidamente a crina de um cavalo ou um leão, é utilizado para significar cabelo longo e esvoaçante.(3) Phobe (Φόβη), quando usado com precisão, implica o cabelo num estado de desordem incidente a uma pessoa com uma sensação de medo.
(4) Pokas (Ποκάς), a partir Peiko (πείκω) ou Peko (πέκω), quando os cabelos estão penteados e vestidos.(5) Thrix (Θρίξ), um termo geral para o cabelo, a partir do plural do que os romanos talvez emprestado a sua palavra Tricae (τρίχωσις τρίχωμα) e são usados no mesmo sentido.
Acessórios:
Ampyx: uma espécie de jóia (chamada pelos romanos «frontale») era uma banda ou placa de metal, que as senhoras gregas de classe alta usavam na testa, como parte do toucado. Por isso, é atribuído às divindades femininas (Artemisa usa um frontal de ouro). Do kuanampuyka, expressão de Píndaro, podemos inferir que este ornamento era às vezes feito de aço azul em vez de ouro, e os scholiast na passagem acima citada de Eurípedes afirma, que às vezes era enriquecida com pedras preciosas.
Os frontais usados por cavalos eram chamados pelo mesmo nome, e eram ocasionalmente feitos de matérias igualmente ricas. Na Ilíada, os cavalos que puxavam os carros de Hera e Ares são chamados hrysampykes. Também foram usadas por elefantes. Hesychius supõe que os homens têm frontais usados em Lídia. Eles parecem ter sido usados pelos judeus e outras nações do Oriente.Sakkos: uma rede para cabelos usada por mulheres. O sakkos cobria a cabeça inteiramente como um saco ou sacola, que foi feito de vários materiais, como seda, linho e lã.
Fillet: Um pedaço estreito de tecido que foi usado ao redor da cabeça, para efeito decorativo.
Krobulos: uma maneira de arranjar o cabelo, uma espécie de topete ou crista formada por desenhar todo o cabelo para a coroa e não confiná-la em um nó. Esta foi à moda antiga para os homens no tempo de Xenofonte, mas o cabelo ainda estava tão desgastado pelas crianças.
Kekryphylon: Uma peça usada durante o dia, assim como á noite, ainda hoje se usa, desde os tempos mais antigos até os dias actuais. É mencionado por Homero, e ainda é usado em Espanha e Itália. Estes cabelos, eram frequentemente feitos de ouro, fios, às vezes, de seda ou o linho Elean, e provavelmente de outros materiais, que não são mencionados pelos escritores antigos. As pessoas que faziam estas redes eram chamadas kekrufaloplokoi.
Stephanos, de Stefo (colocar ao redor): tiara, coroa, grinalda, coroa de flores, folhas, flores, a vitória de carvalho, oliveira, coroa de aipo selvagem, ou de metal desgastado em torno da cabeça e usado como um ornamento festivo no jantar, ou recebido como uma recompensa do mérito. Foi uma das instituições de Licurgo que os espartanos deve ir para a batalha usando grinaldas, e o sacerdote que oficiou no altar em sacrifício sempre usava um colar de pérolas. O uso de Stephanos entre os gregos, tanto para ocasiões públicas e privadas, era muito comum.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Calçados
Sandálias com polegares abertos eram o calçado apropriado para se usar dentro de casa. Havia muitos outros desenhos diferentes, do mais prático ao mais elegante. Sapatos, que envolviam o pé e cobriam os dedos, eram considerados apropriados para fora de casa. Quando visitando alguém, se retirava o sapato na porta e se deslizava para dentro de sandálias que eram carregadas pelos escravos. Há vários tipos de sapatos, e algumas versões de couro sobreviveram. Não havia diferenças dramáticas de gênero nos calçados (como os saltos altos que as mulheres usam hoje), embora os homens de classe mais alta pudessem usar sapatos mais distintos ou de cores características.
Karbatinai, sapatos de couro despido, feitos a partir de uma única peça de couro de boi, de modo que o couro e a sola superior estivessem todos em um, e amarrado com tiras.
Krepis: Fundação ou uma espécie de base para sapato que segura os pés.
Talaria: Nome dado ás lendárias sandálias aladas usadas por Hermes, mensageiro dos deuses.
Karbatinai, sapatos de couro despido, feitos a partir de uma única peça de couro de boi, de modo que o couro e a sola superior estivessem todos em um, e amarrado com tiras.
Krepis: Fundação ou uma espécie de base para sapato que segura os pés.
Talaria: Nome dado ás lendárias sandálias aladas usadas por Hermes, mensageiro dos deuses.
Manual do Ator- Ensaio
Para alcançar um verdadeiro estado criador em todos os momentos em que este lhe for nescessário, um ator deve estar constantemente praticando, esteja representando, ensaiando ou trabalhando em casa.
Alguns atores... têm o hábito intolerável de ensaiar... num tom de voz baixo e quase imperceptível, quando estão dizendo suas falas. Isto só pode levar à formação de maus hábitos. O que pode o seu coadjuvante aproveitar de tais deixas? Um ator é obrigado a representar plenamente seu papel, dar as respostas adequadas ao seu colega de cena, seguir corretamente a orientação que se decidiu dar à peça e reagir ao que lhe for dito por seu colega. De outra forma, um ensaio perde todo seu sentido. Se todos observarem a mesma e correta atitude para com suas obrigações coletivas e chegarem adequadamente preparados para os ensaios, estabelecerá uma esplêndida atmosfera de trabalho.
Há muitos atores que não tomam iniciativas criadors. Chegam para o ensaio e ficam esperando que alguém lhes indique o curso de ação a seguir. Às vezes é necessário um grande esforço para que o diretor consiga inflamar estas naturezas passivas. Só nós, diretores, sabemos quanto trabalho, inventividade, paciência, desgaste nervoso e tempo são nescessários para fazer com que estes atores dotados de fraco impulso criador sejam estimulados a ultrapassar os limites de seu ponto morto.
Será preciso explicar que tais parasitas, que se aproveitam do trabalho e da criatividade dos outros constituem um imenso empecilho às conquistas de todo o grupo?
NÃO SE PODE ENSAIAR ÀS CUSTAS DOS OUTROS. CADA ATOR DEVE TRAZER, PARA OS ENSAIOS, AS SUAS PRÓPRIAS EMOÇÕES VIVAS. ATORES NÃO SÃO MARIONETES.
Quando vocês alcançarem o estágio da virtuosidade em sua psicotécnica, os ensaios transcorrerão fácil e rapidamente, de acordo com o que foi planejado.
Alguns atores... têm o hábito intolerável de ensaiar... num tom de voz baixo e quase imperceptível, quando estão dizendo suas falas. Isto só pode levar à formação de maus hábitos. O que pode o seu coadjuvante aproveitar de tais deixas? Um ator é obrigado a representar plenamente seu papel, dar as respostas adequadas ao seu colega de cena, seguir corretamente a orientação que se decidiu dar à peça e reagir ao que lhe for dito por seu colega. De outra forma, um ensaio perde todo seu sentido. Se todos observarem a mesma e correta atitude para com suas obrigações coletivas e chegarem adequadamente preparados para os ensaios, estabelecerá uma esplêndida atmosfera de trabalho.
Há muitos atores que não tomam iniciativas criadors. Chegam para o ensaio e ficam esperando que alguém lhes indique o curso de ação a seguir. Às vezes é necessário um grande esforço para que o diretor consiga inflamar estas naturezas passivas. Só nós, diretores, sabemos quanto trabalho, inventividade, paciência, desgaste nervoso e tempo são nescessários para fazer com que estes atores dotados de fraco impulso criador sejam estimulados a ultrapassar os limites de seu ponto morto.
Será preciso explicar que tais parasitas, que se aproveitam do trabalho e da criatividade dos outros constituem um imenso empecilho às conquistas de todo o grupo?
NÃO SE PODE ENSAIAR ÀS CUSTAS DOS OUTROS. CADA ATOR DEVE TRAZER, PARA OS ENSAIOS, AS SUAS PRÓPRIAS EMOÇÕES VIVAS. ATORES NÃO SÃO MARIONETES.
Quando vocês alcançarem o estágio da virtuosidade em sua psicotécnica, os ensaios transcorrerão fácil e rapidamente, de acordo com o que foi planejado.
o Himation
O himation era um capote extenso, sempre octogonal, diferente da toga romana, que tinha algumas formas diferentes. Como a toga, porém, ele parece ter tido uma variedade de significados culturais, dependendo da sua proporção e de como era usado. Geralmente, quando usado por mulheres, era um traje de modéstia decorosa, mas ele foi visto também em hetairas como um instrumento de provocação.
O himation era tipicamente drapeado indo sobre o ombro esquerdo, depois sob o braço direito, depois atrás e através do corpo, depois carregado pelo braço esquerdo e então atirado novamente para trás sobre o ombro esquerdo.
A TÚNICA
A túnica simples mostrada acima era mais usada pelos homens. A túnica das mulheres era mais cheia e mais longa, normalmente extendendo-se até os pés. Havia dois estilos básicos de túnicas usadas pelas mulheres gregas, o peplos e o chiton. O peplos dórico era usado universalmente até o começo do século VI AC. Feito de lã tecida, ele media cerca de 1,80 metros de largura e - do ombro ao tornozelo - tinha cerca de 45 centímetros a mais de altura da mulher que o vestia, em comprimento. Ele dava a impressão de uma capa curta. O chiton iônico que se seguiu era similar ao peplos dórico. O tecido de lã foi substituído por tecidos mais leves, como o fino linho ou ocasionalmente a seda, refletindo a influência da Ásia Menor; e eles podiam ser brilhantemente coloridos. O chiton media cerca de 3 metros de largura, e se media exatamente do ombro ao tornozelo, sem material extra. A enorme largura requeria de oito a dez grampos prendendo-o em cima.
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